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Voltai às veredas antigas

«Assim diz o Senhor: Ponde-vos à margem no caminho e vede, perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho; andai por ele e achareis descanso para a vossa alma; mas eles dizem: Não andaremos.» - Jeremias 6:16

Voltai às veredas antigas

«Assim diz o Senhor: Ponde-vos à margem no caminho e vede, perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho; andai por ele e achareis descanso para a vossa alma; mas eles dizem: Não andaremos.» - Jeremias 6:16

A REALIDADE FINAL ESTÁ AQUI

Maria Helena Costa, 13.12.24

Pode ser uma imagem de instrumento musical e a texto

«Ora, o essencial das coisas que temos dito é que possuímos tal sumo sacerdote, que se assentou à destra do trono da Majestade nos céus, como ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem […] os quais ministram em figura e sombra das coisas celestes, assim como foi Moisés divinamente instruído, quando estava para construir o tabernáculo; pois diz ele: Vê que faças todas as coisas de acordo com o modelo que te foi mostrado no monte.» (Hebreus 8:1-2,5)
 
Já vimos isso antes. Porém, há mais. O Natal é a substituição das sombras pela realidade.
Hebreus 8.1-2, 5 é um tipo de afirmação sumária. A essência é que o único sacerdote que permanece entre nós e Deus, nos torna rectos diante de Deus e ora a Deus por nós, não é um sacerdote comum, fraco, pecador e mortal, como nos dias do Antigo Testamento. Ele é o Filho de Deus — forte, sem pecado e com uma vida indestrutível.
 
Não apenas isso, Ele não está a ministrar num tabernáculo terreno, com todas as suas limitações de localização e tamanho, que está a desgastar-se e ser comido pelas traças, sendo inundado, queimado, rasgado e roubado. Não, Hebreus 8.2 diz que Cristo está a ministrar para nós num «verdadeiro tabernáculo, que o Senhor erigiu, não o homem». Isso é a realidade no céu. Isso é a realidade que lançou uma sombra no Monte Sinai, a qual Moisés copiou.
 
De acordo com Hebreus 8.1, outro grande aspecto sobre a realidade que é maior do que a sombra é que o nosso Sumo Sacerdote está sentado à destra da Majestade no céu. Nenhum sacerdote do Antigo Testamento poderia dizer isso.
 
Jesus trata directamente com Deus, o Pai. Ele tem um lugar de honra ao lado de Deus. Ele é amado e respeitado infinitamente por Deus. Ele está constantemente com Deus. Isso não é sombra da realidade, como cortinas, taças, mesas, velas, túnicas, pendões, ovelhas, cabras e pombos. Essa é a última e decisiva realidade: Deus e o Seu Filho interagem em amor e santidade para a nossa salvação eterna.
 
A realidade final é as pessoas da Divindade em relacionamento, interagindo a respeito de como a Sua majestade, santidade, amor, justiça, bondade e verdade serão manifestados num povo redimido.
 

SUBSTITUINDO AS SOMBRAS

Maria Helena Costa, 12.12.24
Pode ser uma imagem de 1 pessoa e a texto que diz "Ora, a suma do que temos dito é que temos um sumo sacerdote tal, que está assentado nos céus à destra do trono da majestade, Ministro do santuário, e do verdadeiro tabernáculo, O qual o Senhor fundou, e não o homem. Hebreus 8:1,2 bibliaonline.com.br m.br bibliaonli"
 
A essência do livro de Hebreus é que Jesus Cristo, o Filho de Deus, não veio apenas para se enquadrar no sistema terreno do ministério sacerdotal como o melhor e último sacerdote humano, mas veio para cumprir e pôr fim a esse sistema e para orientar toda a nossa atenção para Si mesmo, ministrando por nós primeiramente no Calvário e, depois, no céu como nosso sacerdote final.
 
O tabernáculo, os sacerdotes e os sacrifícios do Antigo Testamento eram sombras. Agora, a realidade chegou, e as sombras passaram.
 
Eis aqui uma ilustração do Advento para crianças — e para aqueles de nós que já foram crianças e se lembram de como era uma criança: Supõe que tu e a tua mãe se separem no mercado; e tu começas a ficar assustado e em pânico e não sabes para onde ir, e corres até ao fim de um corredor, e bem antes de começares a chorar, vês uma sombra no chão, no fim do corredor, que se parece com a tua mãe. Essa sombra deixa-te realmente esperançoso. Mas o que é melhor? A felicidade de ver a sombra ou de ter a tua mãe no fim do corredor e ser realmente ela?
 
É assim que acontece quando Jesus vem para ser o nosso Sumo Sacerdote. Isso é o Natal. O Natal é a substituição das sombras pelo que é real: a mãe chegando pelo corredor e todo alívio e alegria que isso dá a uma criancinha.
 

DESABAFO

Deus nos livre de mulheres néscias, que perderam o pudor e a noção do seu real valor.

Maria Helena Costa, 11.12.24

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De acordo com o que vou lendo por aí, os homens precisam de ter muito cuidado e de perceber URGENTEMENTE que quando se cansam de uma «mulher» e a deixam podem vir a ser acusados de tudo o que ela quiser e, assim, terem as suas vidas destruídas.
Neste momento, mulheres néscias, capturadas pelo feminismo e por movimentos como o #metoo, estão dispostas a expor-se publicamente e a vingar-se de todo o homem que, de alguma maneira, as frustre. E, o pior, é que essa loucura está a contaminar mulheres que se dizem cristãs.
 
A ideia mundana, feminista, de que a mulher é dona do seu corpo MESMO QUANDO ESTÁ CASADA e de que o marido tem que pedir autorização (para que ela possa consentir dizendo SIM ou NÃO, em voz alta e, de preferência gravando o momento para ela não vir a negar tê-lo feito quando se quiser vingar dele por qualquer motivo) cada vez que quer fazer amor com a sua mulher, é perversa e viola flagrantemente as Escrituras e a vontade de Deus para o casamento. A Palavra de Deus diz que, no casamento, marido e mulher se tornam uma só carne e que nem um nem outro tem poder sobre o próprio corpo:
Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.» [...] Mas, por causa da fornicação, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido. O marido pague à mulher a devida benevolência, e da mesma sorte a mulher ao marido. A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no o marido; e também da mesma maneira o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no a mulher. Não vos priveis um ao outro, senão por consentimento mútuo por algum tempo, (Génesis 2:24 e 1 Coríntios 7:25a)
 
Todas as mulheres casadas, se forem honestas, sabem que já foram acordadas pelos seus maridos - para fazer amor - sem que estes antes lhes tenham perguntado o que quer que fosse e que isso não é uma violação, mas sim uma demonstração de desejo e amor conjugal. E, certamente, as mulheres já acordaram os seus maridos da mesma forma: seduzindo-os sem lhes pedir autorização.
 
Infelizmente, ignorar o propósito de Deus para o sexo e para o casamento, trouxe-nos até aqui. Hoje, os homens levianos têm a vida cada vez mais facilitada e usam as mulheres - que se deixam usar e que acham que também estão a usar, bem entendido - como se fossem autocarros: passa uma, vem outra, passa uma, vem outra... Passa um, vem outro, passa um, vem outro...
 
Quem usa o sexo dessa forma e troca de parceiro como quem muda de roupa, sujeita-se a ser abusada/o e mal-tratada/o caso queira mais do que um relacionamento estritamente sexual que acabará quando aparecer alguém que ofereça mais e melhor sexo. É a lei da procura e da oferta.
 
Termino este desabafo, citando Bérénice Levet:
Há cinquenta anos, os progressistas exaltavam o desejo; hoje, trancam-no numa jaula. Em Maio de 68, as mulheres reclamavam o direito de ter prazer em pé de igualdade com os homens, com a mesma despreocupação que eles; em 2018, acaba-se a euforia, a carne revela-se triste e as feministas entendem convencer-nos de que as mulheres não aspiram a nada mais do que ser libertadas dos homens, dos seus olhares, do seu imaginário erótico, das suas fantasias.
Deus nos livre de mulheres néscias, que perderam o pudor e a noção do seu real valor.

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