CASAMENTO: A UNIÃO ENTRE UM HOMEM E UMA MULHER
Maria Helena Costa, 07.02.24

O cristianismo define o casamento como a união de um homem e de uma mulher, não por ser «homofóbico», mas porque reconhece que os dois sexos têm qualidades intrinsecamente distintas e complementares entre si; e desta complementaridade dependem e reforçam-se a vida, a família e uma sociedade rica e livre.
É o triunfo da verdadeira diversidade, baseada numa ética do amor que não é simplesmente erótica, mas antes um amor baseado na fidelidade, na lealdade e na propriedade exclusiva. É, de facto, a pedra angular da liberdade, pois, nas palavras de G.K. Chesterton, é a única «instituição anarquista, ou seja, é mais antiga do que a lei e está fora do Estado».
E foi precisamente o Estado moderno e as ideologias anti-cristãs que, em menos de uma geração, degradaram esta instituição sagrada e a rebaixaram a uma mera união sexual caprichosa, que durante milénios e em inúmeras civilizações foi reconhecida como fundamental e singular.
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«A ideia de que não há distinção moral entre o desejo homossexual e heterossexual só é possível graças à evaporação gradual das distinções sexuais e à construção de uma nova ordem de desejo, em que o que se procura no desejo não é o complemento, mas o simulacro, do sentimento presente».
- Sir Roger Scruton (Sexual Desire: A Philosophical Investigation)
- Cristão Conservador

