R. I. P. Charlie Kirk
Aqueles que defendem a vida, estão a pagar com a própria vida.
O modus operandi das esquerdas não muda.
Charlie Kirk foi bárbaramente assassinado num espaço de liberdade, criado por ele, em que TODOS podiam questioná-lo e serem questionados. Ele foi executado enquanto respondia a perguntas, numa universidade, lugar que já foi um espaço de debate livre, mas que os progressistas transformaram em madrassas socialistas de pensamento único e, agora, em lugar de morte.
Responsáveis por isto, são também alguns políticos, jornalistas, pseudo-intelectuais e especialistas que, há anos, vomitam rótulos venenosos como: "extrema-direita", "direita radical", "nazi", "fascista" para demonizar quem ousa pensar diferente. Todos eles, com os seus microfones e com os seus teclados, promoveram e disseminaram o verdadeiro "discurso de ódio" (disfarçado de moralidade) abrindo o caminho para essa violência hedionda. Todos eles têm sangue nas mãos e continuam a demonizar quem foi assassinado.
Chamar "extremista", "radical", "aliado de Trump" a Charlie Kirk não é jornalismo. É manipulação, vergonhosa e descarada, destinada a convencer os teleespectadores e os leitores de que ele "teve o fim que mereceu".
Cristão, marido, pai e cidadão americano, que amava o seu país, foi assassinado por aqueles que odeiam os cristãos, a verdade, a liberdade, a família e a pátria. Ele, creio, já esta na glória com o seu Senhor e Salvador. O mundo, esse, não era digno dele e está mais pobre e menos livre.
A morte de Kirk lembra-nos de qual é o preço a pagar pela verdade num mundo caído. Jesus já nos havia alertado: «E de todos sereis odiados por causa do meu nome.» (Lucas 21:17)
Até à vista, amado irmão.



