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Voltai às veredas antigas

«Assim diz o Senhor: Ponde-vos à margem no caminho e vede, perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho; andai por ele e achareis descanso para a vossa alma; mas eles dizem: Não andaremos.» - Jeremias 6:16

Voltai às veredas antigas

«Assim diz o Senhor: Ponde-vos à margem no caminho e vede, perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho; andai por ele e achareis descanso para a vossa alma; mas eles dizem: Não andaremos.» - Jeremias 6:16

Devocional diário: Uma palavra vinda de fora

Maria Helena Costa, 10.09.25

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Você entra no casamento com determinada auto-imagem, com uma avaliação do seu valor. Ela reflecte  diversos veredictos que você recebeu ao longo dos anos de várias pessoas [...que] disseram que você era bom ou mau., digno ou indigno, promissor ou um caso perdido. [...] Se você pudesse ver a sua auto-imagem, é possível que ela se parecesse com o monstro Frankenstein, com as suas muitas partes díspares. Mas talvez as declarações mais nocivas feitas a nosso respeito tenham vindo de nós mesmos. (O significado do casamento, p. 175.)

A nossa cultura diz-nos para decidirmos que queremos ser, para "viver a nossa própria verdade", para nos reafirmarmos e validarmos a nós mesmos. "Não se importe com o que os outros pensam", é que ouvimos. Mas isso é impossível. Somos criaturas inescapavelmente relacionais e precisamos de uma palavra de afirmação vinda de fora. 

Mas, quando a procuramos, descobrimos que as pessoas não conseguem concordar nem mesmo sobre definições básicas de bem e mal. Algumas pessoa vão elogiá-lo e outras vão condená-lo e fazer troça de si. Enquanto esquecemos rapidamente os elogios, as críticas tendem a permanecer. A nossa auto-imagem é, portanto, um colcha de retalhos formada de avaliações contraditórias e internalizadas, feitas por diferentes pessoas ao longo dos anos. De quem é visão de nós mesmos que prevalece sobre a de todos os outros? 

REFLEXÃO: Pense nas várias "camadas" da sua auto-imagem - a camada colocada pelos pais e irmãos, pelos amigos, pelos professores e treinadores, pela cultura e pela media populares, pela política, pela sua fé. Qual dessas camadas é a mais predominante? 

PENSAMENTO PARA A ORAÇÃO: Medito no Salmo 86:11: «Unifica o meu coração para que eu tema o teu nome». Em seguida, peça a Deus que restaure e unifique os sentimentos contraditórios que você tem sobre si mesmo, trazendo-os para o Evangelho, que diz que você é um grande pecador, mas também um filho amado. 

Livro: O Significado do Casamento
Timothy Keller e Kathy Keller
Um ano de devocionais diários para casais

O que é correcto nunca passará de moda

Maria Helena Costa, 17.07.24

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O que é correcto nunca passará de moda.
Aquilo que é da ordem natural não passará.
O que é bom nunca deixará de ser bom.
O que é de origem divina triunfará sempre.
Marido e mulher: esse é o único casamento que existe.
Pais e filhos: é a base familiar que dá origem a tudo o resto.
 
Dois gatos ou dois cães não são filhos, são animais de estimação que não raciocinam porque não têm a imagem de Deus.
Marido e mulher, unidos pelo santo vínculo do matrimónio, amando-se mutuamente e, nesse amor, gerando e criando os seus filhos no temor e na instrução do Senhor, eis o paraíso do homem deste lado da eternidade.
 
É por isso que o anticristo, a velha serpente, procura destruí-lo; mas ele não conseguirá. É por desígnio divino.
 
- Cristão Conservador

CASAMENTO: A UNIÃO ENTRE UM HOMEM E UMA MULHER

Maria Helena Costa, 07.02.24

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O cristianismo define o casamento como a união de um homem e de uma mulher, não por ser «homofóbico», mas porque reconhece que os dois sexos têm qualidades intrinsecamente distintas e complementares entre si; e desta complementaridade dependem e reforçam-se a vida, a família e uma sociedade rica e livre.
É o triunfo da verdadeira diversidade, baseada numa ética do amor que não é simplesmente erótica, mas antes um amor baseado na fidelidade, na lealdade e na propriedade exclusiva. É, de facto, a pedra angular da liberdade, pois, nas palavras de G.K. Chesterton, é a única «instituição anarquista, ou seja, é mais antiga do que a lei e está fora do Estado».
E foi precisamente o Estado moderno e as ideologias anti-cristãs que, em menos de uma geração, degradaram esta instituição sagrada e a rebaixaram a uma mera união sexual caprichosa, que durante milénios e em inúmeras civilizações foi reconhecida como fundamental e singular.
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«A ideia de que não há distinção moral entre o desejo homossexual e heterossexual só é possível graças à evaporação gradual das distinções sexuais e à construção de uma nova ordem de desejo, em que o que se procura no desejo não é o complemento, mas o simulacro, do sentimento presente».
 
- Sir Roger Scruton (Sexual Desire: A Philosophical Investigation)
- Cristão Conservador