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Voltai às veredas antigas

«Assim diz o Senhor: Ponde-vos à margem no caminho e vede, perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho; andai por ele e achareis descanso para a vossa alma; mas eles dizem: Não andaremos.» - Jeremias 6:16

Voltai às veredas antigas

«Assim diz o Senhor: Ponde-vos à margem no caminho e vede, perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho; andai por ele e achareis descanso para a vossa alma; mas eles dizem: Não andaremos.» - Jeremias 6:16

O «novo normal»

Maria Helena Costa, 28.02.24

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*Imagem: o cantor Harry Styles, o primeiro homem a aparecer sozinho na capa da revista Vogue.
Um verdadeiro «avant garde» que quebra «estereótipos», o «príncipe encantado» das raparigas e rapazes desta geração*.
 
O «novo normal» exige uma «nova masculinidade». O que é isso?
- Homens que se conformam com qualquer nova moda, desde que pareçam ter «mente aberta».
- Homens que crescem odiando a sua masculinidade porque o sistema lhes diz desde a infância que o seu sexo é o principal agente do mal, e por isso abraçam a feminilidade.
- Homens que foram desenraizados das suas raízes, sem história, sem fé, sem sentido de honra e tradição, e que por isso abraçam qualquer nova ideologia dos senhores dos media.
- Homens que pensam que a pornografia, o aborto e a promiscuidade libertaram as mulheres e que, sem querer, revelam a sua própria incapacidade de assumir responsabilidades, de serem fiéis a uma mulher, de criarem um lar disciplinado e de deixarem uma herança à sua posteridade.
- Homens secularizados, sem coração, que rejeitam a fé dos seus antepassados, tudo fazem para denegrir e falsificar o cristianismo que fez a grandeza da Europa e da América do Norte, mas, cobardemente, não ousam criticar as atrocidades que são cometidas em nome de outras religiões e em nome do Estado laico.
 
Homens emasculados pelo feminismo, a pedra angular da educação no mundo actual. Pensam que são livres, mas não passam de marionetas daqueles que puxam os cordelinhos a partir da sombra. Mas, pelo menos, o progressismo é uma doença terminal: não querem casar, não querem que os outros tenham muitos filhos e, os poucos que geram, abortam-nos. Têm mais empatia pelos cães do que pelos humanos, mais afecto pela natureza do que pela família natural... bem, deixem-nos extinguir-se sozinhos!!!
 
- Cristão Conservador