Um homem só amadurece verdadeiramente quando ...
Maria Helena Costa, 27.03.24

Um homem só amadurece verdadeiramente quando se torna pai.
Até lá, o homem vive sobretudo para si próprio, para os seus prazeres e para os seus interesses. Mas a paternidade obriga-o a utilizar todas as suas capacidades, conhecimentos, forças e energias em benefício dos seus filhos. É a morte do ego e o abraço do sacrifício: aquilo que distingue os filhos dos pais, a infantilidade da virilidade.
Os filhos recebem, os pais dão.
Os filhos comem, os pais trabalham.
Os filhos dormem, os pais protegem.
Os filhos divertem-se, os pais entretêm-nos.
Os filhos vivem na fantasia de que "«tudo é bom e fácil»; os pais vivem a dura realidade de trabalhar por um futuro melhor para os seus filhos.
A cultura libertina de hoje pressiona os jovens a adiar a paternidade, chegando mesmo a promover a ausência de filhos: «Para quê trazer filhos para este mundo sobrelotado?» «Para quê prender-se a responsabilidades quando se pode gozar a vida livremente?» É a produção em massa das «crianças eternas», ou do síndroma de Peter Pan: homens atrofiados na adolescência, nos 30, 40 ou mesmo 50 anos, a agirem como pirralhos egoístas.
Cuidado, homens: isto é a destruição da vossa masculinidade e a eliminação da vossa semente. Deixem a infância para trás, abracem a virilidade, tornem-se bons pais para os vossos próprios filhos. Então encontrarão o verdadeiro significado de todo o vosso trabalho debaixo do sol.
- Cristão Conservador